SÉRIE: Delírio #1.
 EDITORA: Intrínseca.
 ANO: 2012.
 PÁGINAS: 352
SINOPSE: Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga todos os cidadãos a serem curados quando completam dezoito anos. As pessoas também enfrentam outras duras imposições das autoridades, como toque de recolher, fiscalização sobre as artes e intensivo controle através de escutas telefônicas e agentes nas ruas, sempre atentos a qualquer atividade suspeita.
Lena Haloway acredita que todas essas regras são para o bem da população e aguarda ansiosamente o dia de sua intervenção. Essa é a coisa certa e esperada a se fazer. Mas tudo que ela conhecia e em que acreditava desmorona no momento em que Lena se apaixona por Alex. Faltando apenas noventa e cinco dias para sua intervenção, será que Lena ainda escolherá a cura?

Andressa

Lena é uma garota certinha, mas com um passado manchado pela vergonha que sua mãe causou porque foi infectada com a doença Deliria nervosa e não se curou mesmo após passar por três intervenções, e acabou cometendo suicídio.  Apesar de tudo, Lena como qualquer filha mantém apenas boas lembranças de uma mãe amorosa, e embora se sinta ressentida porque ela e a irmã foram deixadas para trás pela mãe, coloca esta culpa na doença que acreditavam que ela possuía.
É claro que muita gente deve ter ficado receosa porque a mocinha acabou abandonando suas crenças tão aferradas depois de se apaixonar pelo mocinho. Bem, eu acho que ela já tinha os argumentos e não sabia, mas não foi exatamente a paixão pelo Alex que a fez mudar radicalmente e sim as coisas que ele apresentou sobre o mundo lá fora para ela, o que eu achei totalmente compreensível. Uma distopia já gira mesmo em torno disso, de uma sociedade que “mascara” as coisas e deixa os cidadãos verem apenas aquilo que ela julga ser necessário. A partir do momento que o protagonista da história vê o outro lado da moeda é que ele percebe o que está acontecendo.
O livro todo me cativou, sinceramente, tinha tudo para ser um dos meus favoritos não fosse o final que a Lauren escolheu dar para ele. Sinceramente não gostei.  Mas também tem o fato de tudo ser um tanto fácil para Lena, tudo dava certo... a facilidade  que os personagens possuem para fazer o que é “proibido” acaba que estragando a trama deixando o leitor irritado. Mas esses são os únicos pontos negativos que eu posso apontar neste livro, porque ele sinceramente me cativou! Sem contar no fato de ser um dos livros mais bonitos que eu já vi, capa perfeita, a fonte..  um belo trabalho da Editora Intrínseca, como sempre.
Amanda
Delírio é uma leitura imensamente diferente pra mim, pois, nunca tinha ouvido falar de um livro que retratasse o amor como uma doença e em nenhum livro senti tanta raiva da máscara de uma sociedade assim como tive lendo Delírio.
Lena mora com sua tia Carol desde que sua mãe se suicidou após passar pela intervenção quatro vezes, sem ter conseguido progresso em nenhuma delas. Por isso Lena considera o amor (amor delíria nervosa) a pior doença existente e concorda com toda a regra que a sociedade impõe aos habitantes. Mas com o progredir do livro, assim como em toda distopia, ela começa a questionar as tantas regras, e então conhece Alex, um garoto da Selva, onde habita aqueles que fugiram da intervenção.
Em meio a tantos acontecimentos em momento nenhum simpatizei com Lena, pois ela é uma garota muito infantil e pra mim continuou sendo até o final do livro, também confesso não ter gostado desse tema distópico em relação ao amor, pra mim não fluiu como o esperado.
Começei a ler o livro e em questão de minutos tinha lido 80 páginas, mas a leitura foi me esgotando e se tornou muito cansativa, Lauren Oliver detalha muito os fatos e demora muito pra colocar ação na sua narrativa, e foi nesse momento em que a autora me perdeu, pois não gosto de ler algo que não está prendendo minha atenção.
Mas apesar de alguns pontos negativos, fiquei muito curiosa (meu pior defeito) com a continuação, e espero que a autora amadureça mais a escrita para que eu possa querer devorar o livro assim como muitas pessoas disseram ter feito com ele.
Quanto ao trabalho gráfico, a editora Intrínseca está de parabéns, pois a capa é realmente linda (o que me fez querer ler o livro), e a divisão de cápitulos está realmente muito bem feita.
Tivemos que realmente separar a resenhar porque nossas opiniões foram diferentes. Contem-nos a opinião de vocês!
xoxo

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