SANGUE QUENTE.
 EDITORA: LeYa Brasil.
 ANO: 2011.
 PÁGINAS: 257.

 SINOPSE: 
 R é um zumbi, tentando se adaptar a essa nova vida, ou morte, ele não sabe muito bem como são as regras. R não sabe quem foi e como chegou até aqui, mas gostaria de pelo menos lembrar o seu nome. Durante uma caçada pelas ruínas de uma cidade qualquer, R começa a ter flashes das lembranças de um dos pratos de seu banquete, e encontra Julie, uma garota que ele sabe que precisa proteger, mas por quê? Quem é essa garota? Por que ela é diferente das outras presas? Em Sangue quente, Isaac Marion apresenta um mundo pós-apocalíptico, em que homens e zumbis precisam sobreviver, cada um a sua maneira. O que aconteceu com as pessoas? Vírus? Maldição? Em meio a essa atmosfera de mistério, destruição e carnificina, nasce um estranho sentimento, e não se trata de fome.

Conheci esse livro através da indicação de uma amiga, e logo que li a sinopse fiquei curiosa em saber o desenrolar da história. E não me arrependo nem sequer um pouquinho de ter adquirido o livro!

Logo no primeiro capítulo o livro já conseguiu me prender, tanto que tive que me policiar para não terminá-lo no mesmo dia (não gosto de ler um livro tão rápido, gosto de ter tempo pra pensar no que li). R é um dos personagens da ficção mais simpáticos que já conheci, ele não sabe qual é o próprio nome, não sabe como morreu, mas a única coisa que ele tem certeza é de que quer gostar dos vivos, e de seus “amigos” mortos também.  E Julie é uma garota cheia de vida, um tanto quanto espoleta, e com uma boca suja de vez em quando (hehehe). Mas ela logo entende que R quer apenas protegê-la e passa a tentar compreendê-lo e ajudá-lo. 

É lógico que, se você for um fanático por zumbis e histórias de terror, vai achar o livro um tanto quanto bobo por retratar que zumbis podem ter emoções. Isso não aconteceu comigo porque eu odeio zumbis e detesto personagens que não conseguem emitir um pensamento coerente além de matar, matar, matar ou comer, comer, comer.

O livro tem tantas pequenas características que o fazem excepcional, que fica difícil citar todas sem deixar este texto enorme. Mas gostei principalmente da forma como o autor faz reflexões a respeito do que o ser humano fez para deixar o mundo naquele estado e também dos laços familiares que foram acabando ou se tornando frios em meio a tanta destruição. 

O título Sangue Quente está em auto relevo na capa, e eu achei que a imagem transmite bem o clima apocalíptico do início do livro. A única coisa que fez e ainda vai fazer muita gente torcer o nariz é a citação da Stephenie Meyer, que achei desnecessária.

Enfim, recomendo que quem ainda tem esse preconceito o deixe de lado e leia o livro! Muito criativo, personagens divertidos e cativantes além de uma abordagem tão diferente ao tema zumbi. Super recomendo, entrou pra minha lista de favoritos! 

Sangue Quente e eu S2 forever uaheuhae Sério, que vontade de pegar o livro novamente! E o filme será lançado nos EUA dia 2 de fevereiro de 2013, com o ator Nicholas Hoult (namorado da Jennifer Lawrence) como personagem principal.

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